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Ter um currículo diversificado pode ser essencial, para qualquer um que queira ser um profissional competente e bem qualificado.

Ter um currículo sólido em apenas uma área (por exemplo, ser um engenheiro de eletrônica que apenas atuou em desenvolvimento de placas-mãe), não é um problema, caso você queira focar toda a sua vida profissional naquela área.

Por outro lado, tem conhecimentos e experiências em diversas subáreas, dentro da sua, pode ser enriquecedor para seu currículo, também.

Por exemplo, o caso de um psicólogo que já tenha trabalhado em hospitais, empresas e atendeu clinicamente. Seu histórico de trabalho atesta que ele sabe como lidar com diversas situações de trabalho.

Na área de business, ter essa diversificação pode ser o diferencial, para quem almeja um posto de gerência ou chefia, afinal, nada da empresa lhe será incomum.

Agora, existem algumas áreas e temas que são meio complicados de se trabalhar – e podem ser um limitador de seu currículo, principalmente, por serem áreas que dividem opiniões. O que não significa que, dentro delas, não haja possibilidade de crescimento, até um posto de gerência.

Você sabe que áreas são essas?

 

1.      Indústria armamentista

Trabalhar com armas (e aqui estamos pensando especificamente em armas de fogo) é complicado. Primeiro, porque armas matam pessoas. Segundo, porque no Brasil (onde o porte não é irrestrito), elas são um verdadeiro problema de políticas públicas.

Logo, ajudar na manutenção ou avanço dessa indústria pode limitar seu currículo. Você estará marcado por ter acatado à ética dessa indústria.

Claro que algumas situações envolvem armas, e de forma inevitável. Exércitos precisam de armas; guardas florestais, eventualmente, terão de abater animais.

Porém, alimentar essa indústria – isso pode ser malvisto.

 

2.      Indústria tabagista

Nesse caso, pouco ou nada pode ser dito em defesa do produto. Cigarros fazem mal. Há produtos da indústria tabagista que são “de luxo”. É um direito de quem pode pagar, tê-los. Há também fumos de uso ritualístico, em certas religiões, e nelas, esse é feito sob outra lógica de consumo.

Agora, o tabaco recreativo, o famoso “cigarro depois do almoço, por exemplo, esse não tem como ser defendido. É um produto cultural, relacionado a valores como “bem-estar” e prazer. Mas é algo extremamente danoso à saúde.

Profissionais que trabalham para essa indústria, dificilmente conseguem mudar de área. Seus currículos são malvistos do ponto de vista ético, pois o trabalho em questão tem só um sentido: um produto tóxico, sem qualquer benefício.

 

3.      Marketing político

Marketing político é complicado, pois envolve ideologias. E eventualmente essas ideologias são polêmicas e impopulares. Logo, um profissional de marketing político é alguém que, primeiro, está defendendo uma ideia de mundo.

Além disso, se o político ou o partido em questão tiver envolvimento com corrupção, o profissional de marketing responsável pela campanha fica marcado como “aquele que ajudou o bandido”.

Além disso, fundos partidários podem ter origens das mais diversas – incluindo corrupção ou lobby. Ter uma um currículo a isso traz diversas implicações morais complexas.

 

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