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Quem é professor sabe: há formas e formas de falar com os alunos. Algumas podem fazer verdadeiras mudanças no comportamento do estudante, ou da sala de aula.

Uma aula sobre maturidade e responsabilidade individual são exemplos disso. Um debate costuma trazer bons resultados. Uma roda de conversa também é uma ação extremamente positiva.

Agora, existem abordagens que não devem ser adotadas. Existem formas de falar sobre um assunto ou um problema, que nunca devem usadas na escola, mesmo que a situação peça uma fala mais efusiva.

Saiba como você, professor, nunca deve falar, na escola.

 

1.     Com palavrões e falas agressivas

Ser professor é extremamente estressante, e muitas vezes, somos confrontados por alunos, pais e mesmo por nossos pares, de formas agressivas. Nesses casos, responder a agressividade com mais agressividade não é uma boa abordagem.

Primeiro, porque o professor pode ser processado por injúria ou calúnia (lembrando que quem fala também pode.

Segundo, porque responder dessa forma não acrescenta em nada, na hora de resolver o problema em questão.

Logo, o que o professore pode fazer nesses casos? A melhor abordagem, em situações dessa natureza, é com seriedade e responsabilização.

Se for o caso, se ausente da sala de aula e, posteriormente, faça a fala de responsabilização.

 

2.     Uma abordagem irônica

Não use ironias em sala de aula, por alguns motivos. O primeiro deles, é que os alunos, provavelmente, não vão entender. O segundo, é pelo fato de a ironia ser, muitas vezes, agressiva.

Por mais que a situação em questão pareça irônica, o ideal é manter a compostura, quando acontece uma situação inadequada ou uma pergunta muito óbvia.

No segundo caso, inclusive, porque nem sempre uma pergunta óbvia está sendo óbvia, para quem pergunta.

 

3.     O excesso de intimidade

Você já ouviu o ditado “Dê dinheiro, mas não dê intimidade”?

Pois esse é o caso aqui. Isso é: se você tratar os alunos com intimidade em excesso, são grandes as chances de você ser confrontado com coisas de sua vida pessoal, ou perder sua autoridade diante da sala.

O excesso de intimidade com os alunos é ótimo, quando você quer tratar de assuntos leves. Porém, atrapalha quando você precisa assumir o papel de educador.

Mantenha a distância protocolar de uma relação educador-educando.

 

4.     Não fale sobre “ser alguém” ou sobre “até para ser… você precisa estudar”

Esse recurso já foi eficiente, mas porque não havia a consciência sobre a agressividade dele.

Todos os alunos são alguém.

A questão é que eles não são quem você quer que eles sejam e essa é a grande questão aqui. Falar que os alunos “não são alguém”, fará eles terem raiva de si mesmos e de você.

Já colocar o estudo como condição mínima até para ser de uma profissão desvalorizada, é agressivo com os profissionais e, eventualmente, com os familiares do aluno.

A educação básica não serve “para ter emprego”, mas, primeiramente, para conhecer sobre o mundo e ter autonomia diante dele.

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