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Gestores de empresas, geralmente, se veem às voltas com um problema: a avaliação dos funcionários. Isso porque, para além dos efeitos práticos (metas, lucros, feedback do público), sobram poucos itens objetivos, nesse sentido.

Logo, como um gestor pode avaliar seus funcionários? Que critérios ele pode adotar, para identificar quais são os funcionários com um desempenho aceitável, e um que precise de aprimoramentos?

A resposta não é simples, mas o principal é colocar o capital humano em primeiro lugar. Estamos lidando com pessoas, afinal, e pessoas têm seus perfis, têm suas questões individuais, pontos fortes e fracos, dentre outros.

Logo, para avaliar uma equipe, alguns pontos são necessários:

 

1.      Entenda a equipe de forma orgânica

Você pode analisar sua equipe de várias maneiras, porém, apenas com um olhar orgânico, você consegue factualmente identificar o desempenho individual de cada funcionário.

Um olhar orgânico significa um olhar que considera diferentes partes, trabalhando de forma diferentes quando isoladas, mas essenciais para o funcionamento do todo.

Isso significa que um funcionário com um perfil x não pode ser avaliado por valores y, mas sim como o perfil x acrescenta ao todo z (no caso, z, é a esfera da equipe avaliada).

 

2.      Avalie cada funcionário por seu perfil individual

Além de considerar a equipe enquanto um todo orgânico, é necessário um olhar muito personalizado sobre o funcionário.

Dessa forma, você não cria relatórios precipitados. Se você considerar dois funcionários – um com facilidade em liderança e outro com facilidade em trabalhos individuais – da mesma forma, uma das duas avaliações será injusta.

Cada pessoa tem sua zona de habilidades máximas e mínimas, e é a partir dessas zonas que cada um deve ser considerado. Além disso, questões individuais externas influenciam o desempenho individual.

Por exemplo: Alguém teve um falecimento: é claro que isso afeta o desempenho profissional. Não faz sentido considerar um mal desempenho, diante de uma situação como essa.

 

3.      Estabeleça as metas, e o papel de cada um, na obtenção delas

Sem uma meta definida, você não conseguirá saber se a equipe e os funcionários que compõem ela, fizeram ou não um bom trabalho.

E a meta não é simplesmente um “dobrar os lucros”, porque se for, acrescente um “custe o que custar” depois. Logo, sua avaliação deve ser em torno de quem se doou mais, com afinco, ganância e falta de ética.

Uma meta surge de um contexto específico. Entenda esse contexto e a forma como cada funcionário agiu, para que fosse atingida a meta.

 

4.      Seja profissional

Ser profissional significa avaliar o funcionário pelo seu trabalho, e não por sua forma de ver o mundo. Logo, um funcionário “chato” pode ser um profissional impecável, e vice-e-versa.

O que interessa aqui, é o perfil profissional.  Como o funcionário lida com a cultura da empresa, com prazos, projetos, como é sua metodologia de trabalho…

Essas questões não necessariamente se relacionam ao perfil pessoal. Falhas de caráter podem transbordar no perfil profissional, porém, não é a regra.

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