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Uma das áreas que mais divide opiniões em termos de medicina e farmacologia é a homeopatia. Diferente da alopatia, que utiliza substâncias em concentração elevada o bastante para causar efeitos no corpo do paciente, a homeopatia de utiliza de concentrações mínimas.

Ainda, utiliza fórmulas que, de alguma forma, vão reproduzir alguma escala de efeitos da doença, para que, dessa maneira, o corpo desenvolva seu próprio tratamento. É o princípio grego: na doença está a cura.

Porém, essa metodologia – científica, diga-se de passagem – divide opiniões.

A despeito de resultados comprovados, há um movimento de médicos e farmacêuticos antihomeopatia, e em alguns eventos, em todo o mundo, chagam-se a fazer gestos tétricos, como engolir um frasco inteiro de remédios homeopáticos, apenas para provar uma suposta ineficiência.

Assim, a homeopatia, que vem sendo praticada desde os primeiros registros de medicina, na Historia humana, é cercada de mitos. Confira 5 deles.

 

1.      Homeopatia é esoterismo

Não é verdade. Tratamentos esotéricos e holísticos, como cristaloterapia, cromoterapia ou benzimentos dependem, mais, de fundamentações extracientíficas, por mais que alguns médicos defendam esses.

Não é o caso da homeopatia. Os estudos de homeopatia passam por temas de farmácia, bioquímica e psicologia. Tanto é que alguns remédios de homeopatia não devem ser administrados em conjunto; outros, não devem ser ministrados junto com tratamentos alopáticos.

E há, claro, casos onde a homeopatia é ineficaz, ou insuficiente.

 

2.      A homeopatia é um tratamento psicológico

Mito que se baseia em estudos envolvendo diversos tratamentos, incluindo placebos.

Em um estudo americano, pacientes que usaram placebos tiveram uma melhora, em alguns casos, supostamente, por estarem acreditando que estão sendo medicados.

Talvez seja o caso da homeopatia. Mas não podemos relevar os tratamentos – afinal, tratam-se de medicamentos formulados a partir de substancias químicas e procedimentos de produção farmacológica.

Alguns remédios homeopáticos têm efeitos colaterais mais suaves ou inexistentes, em contraposição a alguns alopáticos (por exemplo, o paracetamol, que pode levar a cirrose). Isso não significa que homeopatia é pura sugestão.

 

3.      A homeopatia não trata doenças

Um erro, pois a homeopatia é uma forma de tratamento médico preocupada com doenças. Porém, de forma individualizada, e aqui tem a grande diferença dos tratamentos alopáticos.

Uma pessoa com enxaqueca pode ser tratada com paracetamol. É um tratamento eficaz para a dor, mas é genérico, e possivelmente não tratar questões que levam a enxaqueca (ansiedade, melancolia, fotofobia etc.).

O que a homeopatia faz é analisar o paciente individualmente, a partir de seu histórico e de questões para além do sintoma ou doença em si.

 

4.      A homeopatia resolve tudo

Não é verdade. Há doenças e casos muito específicos, e nesses, é necessário um tratamento muito específico. Um câncer, por exemplo.

Nesse caso, a homeopatia é auxiliar. Mas o tratamento alopático, e a quimio ou radioterapia devem ser priorizadas.

A homeopatia, em alguns casos, visa diminuir efeitos colaterais e facilitar a recuperação do paciente. Em outros, ela pode ser o tratamento principal.

Mas isso não é regra; apenas médicos especializados em homeopatia poderão dizer.

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