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Um dos campos da publicidade mais rentáveis – e delicados – de se trabalhar é o da publicidade política.

Agências de marketing responsáveis por promoverem, e gerenciarem, campanhas de candidatos movimentam milhões de reais, todos os anos, com um aumento considerável, durante as eleições.

Trata-se de um trabalho complexo de informação e contrainformação, na qual certa linguagem (a das ideologias das propostas) precisa ser adaptada para o público-alvo, também, na busca de novos eleitores.

Mais do que isso, o marketing político é, de alguma forma, uma área da publicidade com teorias e modos de se fazer que são próprias. Isso leva a estratégias próprias dessa área, e que tem pouco a ver com discursos políticos – em um primeiro momento.

Você sabe quais são essas estratégias de marketing político?

 

1.      Crie uma personagem política

Uma das estratégias que políticos usam para se promoverem é pela criação de sua personagem. E como personagem, eles não têm uma “essência” profunda.

Ou seja, constroem uma imagem caricatural, definem suas “frases típicas”, reforçam aspectos de sua personalidade e vida privada a serem apresentadas na campanha, entre outros.

Essa técnica é especialmente eficaz, quando o político precisa conquistar novos eleitores, pois cria uma figura, polemica ou não, mas de todo o modo, caricata, como em um desenho animado ou sitcom.

É uma estratégia amplamente usada por “candidatos-celebridade”, isso é, candidatos oriundos de programas de TV e afins.

 

2.      Reforce o “fator humano”

Na contramão, o “fator humano”, isso é, aquilo que torna o candidato mais próximo das pessoas é extremamente eficaz para atrair públicos indecisos.

Normalmente, o “fator humano” são coisas do dia a dia que pouco ou nada tem relação direta com a ideologia do candidato, mas tornam sua figura mais palatável para eleitores populares.

Elementos como fotos do candidato em momentos de lazer, falas de vizinhos e amigos, fotos de sua intimidade (a mesa de café-da-manhã, a foto da primeira comunhão etc.).

Esse “fator humano” evoca a empatia do eleitor, por apresentar coisas que votantes e votados têm em comum. Ou seja, o candidato procura convencer você por ser “gente como a gente”.

 

3.      Chore e ria

Chorar e rir são emoções que despertam empatia. Quando alguém chora, a grande maioria de nós terá compaixão. Quando alguém está rindo, nos sentimos bem.

Candidatos sérios não despertam apelo.

Um candidato que se emociona, principalmente quando a emoção é despertada por valores tradicionais, atraí a atenção de potenciais eleitores, pois evoca emoções profundas.

Já o candidato que ri, esse nos causa bem-estar. Ele nos “ganha”, por nos causar “alegria”.

 

4.      Seja polêmico

Opiniões polêmicas dividem o público. Mas sempre funcionam, pois, por sua natureza “polêmica”, são tabus.

O candidato que enfrenta os tabus (pro bem ou pro mal) ganha apreço de eleitores que pensam aquilo, mas não falam.

Polemizar, entretanto, é diferente de debater pautas complexas. O polemista simplesmente fala absurdos e agressões vazias; quando ele é replicado, seu nome reverbera na mídia. Assim ele vai ganhando fama.

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