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Campo ainda engatinhando no Brasil, a agrotecnologia é um campo, de estudos e atuação, bastante promissor, para quem se interessa por Tecnologias da Informação e Comunicação, e pela área de sistemas.

Por mais que a agricultura familiar seja essencial, ter um agronegócio bem consolidado é vital. E claro, não um agrobusiness invasivo, mas inclusivo e ecossustentável.

Diante dessas questões, o agrotech (como podemos chamar essa área) é fundamental. Não basta afinal, estudos de ponta em bioquímica e sustentabilidade.

Pensar o futuro da agricultura e zootecnia depende, também, da tecnologia.

Como?

 

1.      Monitoramento de culturas

Muitas culturas alimentares – isso é, espécies de vegetais criados em uma única propriedade – têm especificidades biológicas, seja quanto ao solo, umidade ou luminosidade.

Além disso, há espécies de vegetais que podem se tornar agressivas, em relação às outras.

A monitoria, no passado, era feita por pessoas altamente especializadas no trabalho agrário, fosse pelo notório saber, fosse pela formação acadêmica.

Porém, seres humanos falham, e o que está sob o solo nem sempre reverbera na superfície.

Nesse sentido, sistemas de monitoramento e informação de solo são vitais. Já existem tecnologias capazes de monitorar o solo, e a biodiversidade de uma região, a fim de evitar tais problemas.

 

2.      A tecnologia a serviço da adubagem e fertirrigação

A fertirrigação e adubação são essenciais, em qualquer propriedade agrária. O moto básico é: “Sem nutrientes, a planta não cresce”.

Contudo, basta lembrarmos de grandes propriedades: são diversas espécies vegetais, dividindo o mesmo chão. Algumas, com mais necessidades de nutriente. Há espécies convertem sais-minerais em toxinas.

Nesse sentido, o monitoramento químico do solo se faz necessário. E a forma mais segura para isso é com sistemas de Inteligência Artificial.

São tecnologias e linguagens de programação extremamente exigentes. E a boa/má notícia é que nosso país é carente de profissionais com essa capacitação.

Bom para quem busca uma especialização. Mal para nossa economia.

 

3.      Zootecnia íntegra

A zootecnia é uma área de estudos que, na produção de commodities, visa a melhoria na criação de animais de corte.

Além das questões de saúde, essa área se depara com mais um ponto, na criação de animais: o (necessário) Direito Animal.

Nada mais justo, são seres vivos.

Assim, como manter a produção de carnes, sem usar de sistemas abusivo e insalubres?

A tecnologia de ponta dá caminhos, ao mudar a forma de monitoramento das espécies, o descarte de dejetos, e prevenção de problemas de saúde animal.

 

4.      Fazendas sustentáveis e agroecologia

A agroecologia é uma ciência que procura o equilíbrio entre agropecuária e sustentabilidade. Sem a agroecologia, o futuro do planeta é a extinção da raça humana – ponto.

Evidentemente, o equilíbrio entre o agro e ecossistemas naturais é complexo e delicado. Logo, a tecnologia vem como um poderoso aliado – tanto da natureza, quanto dos produtores.

Trata-se de sistemas e máquinas que favorecem as culturas alimentares, sem afetar o meio-ambiente externo.

Trata-se da ecotecnologia, uma ciência com enorme potencial de crescimento e aprimoramento.

Uma área vital pro futuro.

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