Muita gente não sabe, mas resgatar pessoas tem muito mais a ver com Matemática, do que com técnicas militares.

Claro que saber operar equipamentos, sobreviver em cenários adversos, identificar plantas e animais potencialmente mortais é essencial. Mas não é apenas isso.

Resgatar alguém exige conhecimentos que precisam seguir certa ordem, e podem ser otimizados com análise de dados, afinal, uma vida pode estar sob risco de óbito.

Assim, as equipes de resgate, ou ao menos o gestor de equipes precisa conhecer sobre monitoramentos cartesianos, estatísticas, probabilidades, além de calcular o tempo.

Essas técnicas e conhecimentos servem, inclusive, para resgate de animais.

E isso é Matemática.

Assim, você quer integrar o Corpo de Bombeiros? Quer ser da equipe de emergências da brigada militar local? Então prepare-se para fazer cálculos. Entenda:

 

1.      Resgatando pessoas em locais perigosos: geometria euclidiana

Para buscar pessoas que tenha sofrido quedas ou estejam em locais de difícil acesso, como bueiros, córregos, declives ou cavernas, a equipe precisa fixar pontos de apoio, e calcular medidas e pessoas.

O cadete que fará o resgate precisa descer com segurança, conseguir acessar a vítima, e voltar em segurança. E isso envolve (bastante) geometria euclidiana.

Por quê?

Porque definir os pontos corretos de subida e descida são essenciais, para que não haja perda de tempo, nem o risco de acidentes secundários.

 

2.      Encontrando pessoas: usando planos cartesianos

Encontrar pessoas em perímetros desconhecidos não é tão complexo quanto parece. Se você usar um plano cartesiano de monitoramento.

O que isso significa?

Antes, as buscas a pessoas eram feitas de forma meio aleatória. Isso é, se saia a esmo, em determinada área, onde uma pessoa pudesse estar perdida, até que essa pessoa fosse identificada.

Com o avanço de tecnologias de localização, como radares e sonares, a lógica desses sistemas começou a ser adaptada ao resgate de pessoas. Como?

Definindo um perímetro total (um eixo x e um eixo y), as equipes fazem um trajeto que vai de um ponto inicial em x-y retornando, em zigue-zague.

Com isso, as buscas ficam mais dinâmicas e precisas.

 

3.      Se preparando para o pior: aa importância das estatísticas

Quando começa a época de chuvas em cidades e regiões metropolitanas, a Defesa Civil Local, bem como o corpo de bombeiros, já começa a organizar suas equipes, e eventualmente, já começam a deslocar moradores.

Isso porque esses órgãos contam com pesquisas e dados técnicos sobre as regiões que atendem; assim, não são “pegos de surpresa”, quando acontecem deslizamentos.

Isso se deve às estatísticas, que são conjuntos de dados analíticos. Estatísticas servem para medir a quantidade de chuvas, os ventos, a umidade do ar, também as probabilidades de eventos de qualquer ordem.

 

4.      Organizando emergências

Bombeiros e equipes da defesa civil precisam analisar imóveis e regiões onde acontecem incidentes, sejam eles da natureza que for.

Essas análises se baseiam, principalmente, em estudos e pareceres que engenheiros produzem.

É por meio deles que desabamentos em casos de incêndios ou enchentes são evitados, por exemplo.

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