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Ambientes de trabalho compostos por pessoas das mais variadas identidades sociais é vital, para que os projetos executados aconteçam de forma relevante, criativo e dinâmico.

Assim, é imprescindível que uma empresa tenha no seu quadro de trabalho mulheres, pessoas negras, pessoas LGBTQIA+.

Entretanto, sabemos que a sociedade ainda é muito machista, homofóbica e racista. E no caso das mulheres, essas violências são sutis, e podem ser extremamente nocivas à saúde mental e física delas.

Para que esse problema não aconteça, é necessário que esse local seja acolhedor a elas, e que práticas machistas não aconteçam. Como?

 

1.      Inclua mulheres em cargos importantes

Ter mulheres integrando cargos de gerência é essencial, para que o desenvolvimento e execução de projetos aconteça de uma forma diferenciada.

Esqueça a ideia de mérito, apenas. Há milhares de homens e mulheres igualmente capacitados. A questão é: como você quer construir sua empresa?

Não adianta nada ter um ideal de diversidade e criatividade, se nas gerências haver apenas pessoas iguais, que pensem de forma parecida.

 

2.      Não aceite “brincadeiras”

Comentários ofensivos não são brincadeiras. Se é algo que pode ser ofensivo para alguém, não é algo válido, no ambiente de trabalho.

O comentário não precisa ser direcionado a uma mulher, para ser machista. Afinal, todos nós temos mulheres na família, nos nossos círculos de convivência.

Logo, não aceite “brincadeiras”, mesmo que elas sejam (aparentemente) inocentes, e mesmo que não envolvam pessoas que dividem o ambiente de trabalho com você.

Claro que você não precisa agir acusatoriamente, diante de um comentário banal. Porém, sempre que algo acontecer, no mínimo, reforce que aquilo não condiz com a identidade da empresa.

 

3.      Incentive o aprimoramento profissional remunerado entre as funcionárias

Um programa de aprimoramento profissional remunerado é um nome complicado, para falar sobre uma ideia simples: você pagar para seus funcionários fazerem cursos profissionalizantes.

Incentivar seus funcionários – e funcionárias, principalmente – a fazer esses cursos é investir no crescimento da empresa, mas também dos funcionários, pois, com cursos de aprimoramento, eles trazem novas perspectivas para a empresa, e para suas próprias vidas profissionais.

E no caso de mulheres, iniciativas como essa são ainda mais importantes, uma vez que muitas mulheres relegam sua formação profissional, em detrimento da vida pessoal.

Afinal, não basta ter funcionárias – é preciso ter funcionárias altamente qualificadas.

 

4.      Não menospreze questões de saúde da mulher

Muitas mulheres sofrem, em ambientes de trabalho, quando têm suas questões de saúde menosprezadas pelos chefes.

Porém, isso é um fato: mulheres têm questões de saúde que são exclusivamente femininas.

O caso mais conhecido, provavelmente, é o da licença-menstruação, um conceito de saúde do trabalho amplamente difundido em países asiáticos.

Além disso, algumas doenças mentais e problemas hormonais são muito mais comuns entre mulheres.

Isso, sem falar em todas as questões de saúde, em mulheres gestantes, puérperas ou lactantes.

Logo, ter uma política empresarial que considere a saúde da mulher de maneira distinta da do homem é um passo central, para uma empresa sem machismo.

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