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Todos os profissionais, sejam eles pessoas físicas (empreendedores, autônomos, MEIs), sejam pessoas jurídicas (empresas) precisam anunciar seus serviços, para terem clientela.

Essa é a ideia inicial de um portfólio.

Você pode entender ele como um cardápio (e, no caso de restaurantes portfólios são, muitas vezes, o cardápio), no qual você vai apresentar o que seu negócio pode fazer pelo cliente.

Todos os profissionais que lidam com oferta e demanda têm um (ou alguns).

Então, como você pode fazer o seu? O que considerar, na hora de criar um portfólio? E no caso de você ou sua empresa já terem um, o que pode ser mantido, o que precisa ser incluído?

Veja alguns apontamentos sobre esse respeito, aqui.

 

1.      Conheça o seu público-alvo

Todos os campos profissionais têm seus públicos-alvo, isso é, todas as áreas de atuação profissional atuam dentro de um nicho do mercado.

Um dentista que atua num bairro de elite não tem o mesmo público-alvo do que outro, em um bairro de classe baixa, por exemplo.

Logo, seu portfólio precisa considerar isso. Não adianta você criar uma apresentação de seus serviços, focando em clientes que não precisam dele.

Isso incluí, evidentemente, o que é apresentado, a forma como acontece essa apresentação, custos, valores (éticos e profissionais), entre outras especificidades.

 

2.      Saiba o que esse público precisa

Parece algo semelhante à orientação anterior, mas a verdade é que entre conhecer o seu nicho de mercado, e entender o que ele busca, há uma diferença.

Pois a ideia de “Saber o que o público precisa” vai consistir, justamente, na forma como você vai trabalhar, e naquilo que você vai oferecer. Você precisa saber o que há de demanda, para saber como ofertar.

Caso o contrário, tudo o que você fará é mais do mesmo. Entender o que aquele nicho busca é uma forma de direcionar seu trabalho.

Saber esse direcionamento é o primeiro passo para algo mais complexo – inovar; ser criativo; ser original.

 

3.      Conheça a concorrência

Uma tecla que sempre batemos aqui, é no que diz respeito à concorrência como aliados incidentais, e não “inimigos”.

Concorrer não significa, necessariamente, anular. Antes, é entender o que já existe, a partir do que está sendo buscado pelos clientes, para ver quais são as lacunas e espaços para você crescer.

Essa ideia – o seu diferencial – precisa estar em seu portfólio. Pense que a concorrência é necessária, para dessa maneira, você ser o “novo”, o “original”, o “que estava faltando no mercado”.

 

4.      Comece com o mínimo

Seja qual for sua área de negócios, não adianta você pensar grande, sem ter as bases bem formadas. Para isso, é necessário você ter o mínimo.

Não adianta uma loja doceria oferecer receitas originais, sem as tradicionais, que vão atrair uma parcela do público, por exemplo.

Esse serviço de base, inclusive, vai direcionar os caminhos da sua inovação e criatividade. Isso porque, são esses produtos básicos (e o feedback deles) que vão indicar os caminhos que você pode adotar, para crescer.

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