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Na busca pelo sucesso profissional imediato, aprimoramento de habilidades interpessoais e incentivos para o trabalho, muitas pessoas e empresas vão atrás de coaches. E há milhares deles, atuando nos mais diversos campos.

De coaches de finanças a professores de aperfeiçoamento pessoal, passando por tutores de escrita criativa e empreendedores da bolsa, temos hoje “guias para o sucesso” de todos os tipos.

Entretanto, no meio de pessoas sérias, que estudam Finanças, Psicologia ou Administração, há aproveitadores, que prometem milhares de resultados, mas não apresentam nem metodologias consistentes, nem teorias fundamentadas.

Diante disso, surge a pergunta: como diferenciar um coach sério de um “guru do sucesso”? O que devemos questionar, quando procuramos por um orientador profissional ou pessoal?

Algumas dicas podem ajudar você e a sua empresa, na hora de evitarem as fraudes.

 

1.      Pesquise a vida do coach

Alguns gurus executivos têm sucesso por um motivo óbvio: eles vêm de um contexto familiar favorável. Ou seja, eles são de famílias ricas, ou são filhos de empresários e profissionais de sucesso.

Alguém desse contexto até pode fazer um trabalho de orientação profissional de excelência. Contudo, pare e pense por um minuto: qual é a experiência dessa pessoa, em termos de sucesso profissional, se a verdade é que ele já nasceu um “vencedor”?

Prefira alguém que tenha galgado sua posição, de fato.

 

2.      Seja realista

Grande parte dos gurus de internet propõem ganhos excepcionais. Porém, quando analisamos suas lições e projetos, percebemos que esses são extremamente complexos – ou irreais.

Propõem uma fórmula quase mágica. Falam em ganhos “fáceis”, “garantidos”, “rápidos”.

Logo, do que adianta contratar alguém que vai propor uma fantasia?

Seja realista. Escolha um coach que fale em termos concretos, que ofereça uma metodologia possível. E que seja franco em sua abordagem: nenhum método é infalível, e quase todos demandam tempo, para trazerem resultados.

 

3.      Evite gurus esotéricos

Salvo se sua empresa for esotérica ou religiosa, ou seu interesse for nesse campo, evite gurus esotéricos.

Primeiro, porque o esoterismo se embasa em fatores potenciais e não reais. Isso é, por mais que algumas religiões tenham efeitos extremamente positivos, atos milagrosos não podem ser provados pelo conhecimento empírico.

Segundo, seus funcionários devem ter liberdade religiosa. Você não pode obrigar um funcionário a participar de uma atividade de uma religião da qual ele não compactua.

 

4.      Compare a mensagem de um guru com a de outros

Falsos gurus executivos vão ter um conteúdo repetitivo e genérico, exatamente por não terem uma metodologia de trabalho concreta. Logo, seu conteúdo é repetitivo, e parecido com o de outros coaches.

Então, pesquise o conteúdo, antes. Compare o que cada coach diz, para você não contratar alguém que está incorrendo do crime de plágio.

 

5.      Só contrate gurus com resultados verificáveis

Alguns coaches afirmam ter anos de experiência, mas sem citar clientes antigos – ou citando alguns de referências vagas.

Fuja de orientadores assim. Prefira alguém que tenha seus trabalhos anteriores divulgados, e que seja recomendado por empresas mais tradicionais.

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