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Em nossa contemporaneidade, vemos que muitas pessoas sofrem de doenças psiquiátricas como Transtornos de Ansiedade, Estresse Pós-Traumático, Síndrome de Burnout, entre outros.

Essas doenças têm origens das mais diversas. Porém, o ritmo e condições de trabalho a que nos submetemos é, certamente, uma delas. As estruturas sociais que nos cercam são outra.

Dessa forma, infelizmente, muitas pessoas vão desenvolver essas doenças. Claro que elas têm tratamento. Todavia, por vezes, as doenças podem ser uma reação a algo natural (um falecimento, por exemplo).

Às vezes dura alguns meses. Outras, será vitalício. Assim, buscar formas de manter a saúde mental é muito importante.

E o que fazer quando alguém que sofre dessas doenças têm a famosa “Crise de Ansiedade” ou “Crise de Pânico”?

Primeiro de tudo: devemos entender que essa crise não é “cena”. É um “episódio sintomas”, como se fosse uma convulsão – mas nesse caso, são problemas que se manifestam pela fala, gestos e reações.

Então, confira como lidar com isso, no seu trabalho, faculdade, ou demais locais.

 

1.      Mantenha a calma e expresse calma

O cérebro da pessoa que está sofrendo um ataque de pânico está diferente. Milhares de hormônios estão bloqueando algumas das funções básicas.

Logo, não adianta você se alarmar, gritar, impor certa autoridade, evocar punições. Até porque, estar sofrendo esses ataques não é algo punível.

Tais atitudes vão agravar a crise. Serão interpretadas pelo cognitivo de quem está em crise como mais ameaça.

Aja com calma, fique tranquilo, preze pela tranquilidade do entorno.

 

2.      Não se aproxime, nem faça nada, sem autorização

A pessoa que está sofrendo de crise pode se assustar se você tentar fazer qualquer coisa. Mesmo se aproximar. Mesmo se vocês já se conhecerem há bastante tempo.

Lembre, o cérebro dela está em uma situação de anormalidade.

Então primeiro de tudo, pergunte se ela quer que você se aproxime, ou se ela quer alguma coisa. Mesmo um copo de água.

Às vezes, simplesmente se afastar e ficar em silêncio fará o episódio acabar mais rápido.

 

3.      Incentive a pessoa a respirar profundamente, várias vezes

Respirar com profundidade, segurando o ar e soltando lentamente, várias vezes seguida, geralmente, é um recurso que auxiliará o paciente.

Isso porque o ato oxigena o cérebro, bem como o resto do corpo. Assim, auxilia na recuperação das funções mentais regulares.

 

4.      Fale frases de segurança, curtas e diretas

Frases como “Você está seguro”, “Está tudo bem”, “Não vamos te abandonar”, entre outras, auxiliam o cérebro a entender que a situação está controlada. Logo, a crise tende a diminuir mais rápido.

Não fale em excesso, porém. Mostre que você está disposto a ouvir, sem pressa, acima de tudo.

 

5.      Não seja moralista ou crítico

Episódios de pânico ou ansiedade podem acontecer com qualquer um. Além disso, você não sabe o que a outra pessoa está passando.

Então, não julgue ela e nem seja moralista. Frases como “Isso de novo” ou “Que exagero” são cruéis, insensíveis e aumentam o pânico.

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