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Quase tão antigas quanto as ferramentas de caça e cultivo, os adornos são objetos intrínsecos a culturas de todo o planeta. Sejam colares de ossos, de povos indígenas, sejam pulseiras de ouro de líderes astecas, sejam as intrincadas coroas de realezas europeias, a humanidade adora enfeites e joias.

Logo, trabalhar com joalheria é um trabalho que, de maneira geral, sempre terá seu público. E alguns desses são verdadeiros artistas, como Giampaolo Babbeto ou Ana Khoury, designers de peças com valores na casa dos milhões.

Outros, como Mia Larsson, criam peças únicas, usando materiais sustentáveis, e cadeias de obtenção éticas, causando verdadeiras revoluções no mundo da estética.

Dessa forma, ser um joalheiro é uma profissão única.

Porém, é uma profissão que, ao contrário do que os filmes podem sugerir, não é antiquada. A ideia do aprendiz adolescente, junto a um velho mestre, não é mais verdadeira.

Isso é, hoje designer de joias precisam estudar – e muito – para se tornarem profissionais destacados.

Como se tornar um designer renomado? Quais são os caminhos para criar peças únicas? Saiba mais, aqui:

 

1.      Faça uma faculdade

Para você trabalhar com moda e design, as áreas nas quais a joalheria está inserida, fazer uma faculdade é essencial. e qual faculdade fazer?

Duas possibilidades já estão listadas acima, embora, nesse caso, a joalheria não seja o foco.

Outra possibilidade, é uma formação em Desenho Industrial.

O que quase ninguém sabe é que algumas universidades têm, também, o curso de designer de joias. Sim – é uma graduação possível.

Uma das mais famosas é o Instituto Europeo di Design, em São Paulo.

 

2.      Entenda: fazer joias não é apenas manipular ouro e prata

O currículo de uma faculdade de design de joias não envolve apenas fundição e lapidação. Essas matérias são importantes, é claro.

Porém, há diversas matérias teóricas, como História, Estética e Finanças, além de Ciência dos Materiais.

A área de joalheria envolve uma intensa cadeia de extração de matérias-primas, criação de produtos, análise de mercado, e comercialização.

Há cursos com matérias envolvendo softwares de desenho. Outras trazem matérias de empreendedorismo e comunicação.

Isso porque, o mercado de joias é variável.

Claro que sempre haverá uma demanda por joias.

Entretanto, a concorrência entre os designers é imensa, já que trata-se de um produto de comercialização específica, condicionado por valores fluídos (tendências do mercado, disponibilidade de materiais etc.).

Logo…

 

3.      Estude diversas subáreas

Há diversas áreas correlatas ao designer de joias em si.

Da produção artesanal, a produção digital, passando pela manipulação de gemas raras, criação de ligas preciosas e semipreciosas, além, claro, de criações visualmente inovadoras, o campo de estudos da ourivesaria é enorme.

Além disso, há a possibilidade de criar joias “não-utilizáveis” por assim dizer, como o caso dos Ovos de Fabergé, objetos que ficam entre escultura e a joalheria, criados por um joalheiro (Carl Gustav Fabergé).

Logo, a faculdade é só um começo.  Você precisa estudar diferentes tendências estéticas e culturais, para conseguir desenvolver um estilo autoral, significativo e único.

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