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Quando pensamos em trabalhos, muitas vezes, a imagem que nos vem a mente é um período de 11 meses no ano, no qual indivíduos saem de suas casas, até um escritório/escola/prédio, batem o cartão, ficam suas seis ou oito horas diárias, depois voltam para casa.

Esse formato é perfeito para algumas pessoas. Para outras, é assustador. No caso das últimas, que exijam viagens, deslocamentos ou postos de trabalho itinerantes, pode ser uma boa opção. E essa é a realidade da maioria dos profissionais náuticos.

Capitães, médicos de bordo, almirantes, operadores de máquinas… Há uma enorme gama de funções e cargos, envolvendo o transporte marítimo – e não apenas na marinha militar.

A marinha mercante e a marinha turística são áreas que nunca vão estagnar. O transporte de commodities por via marítima é, economicamente, vantajoso. Já o turismo de cruzeiros e similares sempre têm público.

Porém, como se tornar um marinheiro?

Primeira dica: não é indo a uma taverna do porto.

Brincadeiras à parte, entenda como acontece a formação de marinheiros.

 

Marinheiro ou aquaviário?

Quando vamos atrás do profissional de embarcações, seja ele um recém-ingressado ou almirante militar reformado, vemos a palavra “aquaviário”.

Isso porque, atualmente, o termo técnico mais adequado para falarmos de profissionais de embarcações é essa. Um aquaviário é alguém que tem habilitação em pilotar embarcações. Entretanto, em um navio não há apenas aquaviários.

Em qualquer embarcação de grande porte, há uma enorme gama de funções. Além disso, é importante que se faça uma distinção: em um navio há diversas seções.

Aquela que normalmente associaremos a um “marinheiro” é o convés. Porém, temos também as máquinas, as câmaras, a seção de radiocomunicação e a seção de saúde.

Por sua vez, para qualquer que seja o cargo, o primeiro passo é fazer um curso náutico.

 

É preciso se alistar?

Uma dúvida comum, para quem quer ingressar na marinha mercante, é quanto a necessidade de alistamento. Porém, o alistamento é para aqueles que querem ingressar na carreira militar.

Para ser aquaviário de turismo ou mercantil, os interessados precisam fazer um curso de formação específica – com processo seletivo, e estrutura militar, durante o período de estudos.

Esses cursos são ministrados no CIABA (Centro de Instrução Almirante Bráz de Aguiar) em Belém e o CIAGA (Centro de Instrução Almirante Graça Aranha) no Rio de Janeiro.

Posteriormente, há um período de residência (por assim dizer), e só então há a certificação.

Depois de todo esse longo percurso, marinheiros formados podem, finalmente, se empregar, seja no turismo, no transporte de mercadorias, ou em cargos administrativos e técnicos em capitanias do Brasil e do mundo.

 

Evolução e especialização funcional

Como formação continuada, aquaviários podem fazer outros cursos, seja para se especializarem em uma seção, seja para evoluírem na hierarquia marítima.

Porém, essas especializações precisam ser, necessariamente, nas escolas já citadas, o CIABA ou o CIAGA, pois essas instituições são as únicas que atendem as exigências da Convenção e Código de Instrução, Certificação e Serviço de Quarto para Marítimos – o STCW.

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