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Muitas empresas têm uma preocupação social, seja por motivos humanitários, seja por motivos fiscais. Aqui não vamos entrar nesse mérito. O fato é: as grandes empresas sempre buscam formas de produzir ações de grande impacto social.

E as ações podem ser dos mais variados tipos, e visando assistir aos mais diversos públicos em situação de vulnerabilidade.

Um desses públicos são as pessoas em situação de rua. Antes chamados de mendigos ou pedintes, na verdade, muitas dessas pessoas, se pudessem, não estariam na rua. Questões maiores que eles, como dependência química ou desemprego jogam essas pessoas para a condição em questão.

Logo, empresas podem prestar auxílio à pessoas nessa condição, de diversas maneiras. O certo é que a maioria só está na rua por não conseguir acessar vagas de emprego formal ou assistência social adequada.

Logo, o que sua empresa pode fazer por eles?

 

1.      Mutirões de serviços de saúde e higiene

Essa talvez seja a necessidade mais complexa para algumas das pessoas em situação de rua. Isso porque, algumas não têm acesso aos serviços públicos de saúde, afinal, não têm seus documentos ou, não os têm em dia.

Logo, oferecer serviços de saúde é sempre uma iniciativa válida. A empresa pode organizar, junto com um hospital particular, ou até mesmo financiando a iniciativa privada, dias dedicados exclusivamente a atender essa população.

Algumas precisam apenas de remédios básicos, para controle de pressão ou colesterol. Claro que há aqueles que demandam de uma assistência mais especializada.

Mas uma consulta, para prestar orientações, fornecer remédios, realizar procedimentos rápidos já é de enorme contribuição para a sociedade.

Além disso, alguns indivíduos em situação de rua precisam apenas de alguns serviços de higiene, como banhos, cortes de cabelo, operações dentárias, para que estejam em condições de buscar algum trabalho.

 

2.      Promova eventos para doação de roupas e itens básicos de assepsia

Uma das maiores dificuldades para as pessoas em situação de rua é manter sua higiene e aparência. E isso incluí roupas.

Alguns indivíduos vão para pensões diariamente, e conseguem manter a higiene física. Mas carecem de produtos básicos, como sabonetes, desodorantes, cortadores de unha, antissépticos e absorventes.

Outros não conseguem lavar as roupas, apesar de estarem higienizados. Logo, enfrentam um preconceito ainda maior do que aquele já sofrido.

Assim, promover a compra, aquisição e doação desses itens, pode, muitas vezes, ser transformador, para essas pessoas. Parcerias b2b com empresas de cosméticos podem ser uma opção vantajosa a ambas.

 

3.      Crie polos de trabalho e serviços que podem ser executados por pessoas nessas condições

Algumas pessoas em situação de rua têm trabalhos. Outras não, mesmo que essas tenham higiene e roupas adequadas.

Logo, o que uma empresa pode fazer, nessa situação, é criar esses polos e serviços. Por exemplo, a revista Ocas, de artes e cultura, produzida e editada por iniciativa privada, e vendida por pessoas nessas condições.

Por vezes, um emprego desse tipo não é definitivo, mas decisivo, para auxiliar na obtenção de renda.

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