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Com a inevitável e incontornável digitalização do mundo contemporâneo, pensar uma prática educacional que atenda às demandas de nosso século é essencial. Uma dessas questões é no que se refere à robotização do mundo.

Uma dessas demandas são os estudos de robótica. O fato é: milhares de profissões tradicionais vão deixar de existir, por conta da robotização dos meios de trabalho.

Porém, milhares de novas frentes de trabalho vão surgir. E essas estão diretamente ligadas ao surgimento, e desenvolvimento, de altas tecnologias. Incluindo a robótica.

Assim, um projeto de educação que esteja mirando no futuro precisa mirar, também, na robótica. Mesmo que seja apenas em nível teórico, dados os custos.

Mas como fazer isso? Veja alguns caminhos:

 

1.      Entenda qual é o conceito

O conceito de “robótica”, mais do que uma ideia fantasiosa de criar aparelhos eletrônicos autônomos com formas humanas, se refere a um maquinário que opera a parti de um sistema mecânico-digital, e executa tarefas autonomamente.

Isso significa que construir um robô não é tão simples. Mas também não é difícil, se você considerar a robótica por uma perspectiva realista, isso é, que ela não se prestará – em âmbito escolar – a criar uma supermáquina.

Antes, na verdade, a robótica tem muito mais relação com o desenvolvimento da autonomia e pensamento lógico, do que com a montagem de máquinas.

Claro que máquinas serão construídas. Porém, o grande objetivo, aqui, é outro.

 

2.      Incentive o pensamento crítico transdisciplinar

A robótica, enquanto ciência, estimula o desenvolvimento de ações em níveis transdisciplinares, pois ela pressupõe a solução de uma questão, a partir da pesquisa e desenvolvimento de um protótipo.

Assim, os estudantes envolvidos no projeto precisam se utilizar de diversos conhecimentos, para criar um projeto. A começar por uma situação problema, que pode ser algo simples (por exemplo, ir de um ponto X a um ponto Y).

Na segunda etapa, entraram conhecimentos de diversas matérias, para além de mecânica ou engenharia. Há Linguagens, Matemática, Ciências, e mesmo História e Geografia, se consideramos o contexto social da criação do protótipo.

 

3.      Estimule a autonomia

O desenvolvimento de um projeto, necessariamente, precisa passar pelo incentivo a autonomia. Ou seja, a ideia precisa vir dos alunos, a montagem, elaboração dos sistemas…

Todas essas construções precisam ser pensadas pelos alunos. O professor entra como um orientador de área, pesquisando e experimentando sistemas, junto com os alunos.

 

4.      Compre um kit ou guias de como criar peças recicladas

Há diversos kits de robótica escolar no mercado, além de guias e livros que ensinam como criar peças, a partir de peças recicladas.

As peças são essenciais para a criação dos robôs. Trata-se de um investimento, extremamente necessário, para que os projetos sejam possíveis de serem feitos.

 

5.      Comece com programações simples

Muitos leigos imaginam a robótica como algo complexo, qual o desenvolvimento de um robô-aspirador, porém, esses projetos são industriais.

Na escola, comece com projetos mais simples, e depois traga ideias avançadas. O objetivo é instrumentalizar e despertar o interesse dos alunos.

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