Uma data pouco lembrada no Brasil é a de 21 de setembro. Trata-se do Dia da Árvores, dia dedicado a conscientização ecológica e conscientização de políticas públicas ambientais.

Trata-se, evidentemente de uma data simbólica, mas de pautas extremamente necessárias, uma vez que o debate ambiental é urgente, nesse século 21.

Se tratando de uma data que envolve conscientização, é impossível não pensarmos em ações a serem executadas na escola. Mesmo porque, temos essa responsabilidade para e com o clima hoje, mas são as próximas gerações que vão continuar a lidar com essas pautas.

Então, que ações podem ocorrer na escola, visando o objetivo da data? Com base na minha experiência na prefeitura de São Paulo, listei aqui fghhggh atividades e projetos que podem ser realizados com os alunos.

 

1.      Cartazes informativos sobre reciclagem

Uma das formas mais dinâmicas e lúdicas de trabalhar com ecologia, em sala de aula, é criando uma “campanha de conscientização” criada pelos alunos.

Para tanto, o professor precisa criar uma sequência didática que pressuponha que os alunos, primeiro, estudem sobre o que seja reciclagem, como que ela acontece, que materiais são reciclados etc.

Então, o professor orienta um trabalho de produção de materiais informativos, sobre reciclagem, a ser divulgado pela escola.

Esse trabalho pode ser desenvolvido com estudantes mais jovens, orientando que eles busquem por imagens de materiais que podem ser reciclados, ou desenvolvido por estudantes mais velhos, nesse caso, demandando uma escrita mais técnica.

 

2.      Composteiras

Composteiras são uma tecnologia bastante simples, para reciclar materiais orgânicos de origem vegetal. São caixas, com uma montagem específica (furos, serragem, e afins), cheias de terra e minhocas; lá o lixo orgânico é colocado, e transformado em humus e chorume – adubos naturais.

A parte boa, é que composteiras podem ser construídas com caixas de diversos tamanhos, inclusive com aquelas menores, de 50 litros.

Porém, se o projeto engajar toda a escola, um investimento interessante por ser a construção de uma composteira com caixas de 200 litros ou mais.

 

3.      Hortas comunitárias

Hortas comunitárias são bem mais simples do que o nome pode sugerir.

Escolas com pouco espaço físico já conseguem uma usando barris de latão, serrados na vertical. Nesse tipo de horta, dá pra ser plantado temperos e legumes menores.

Porém, se a escola tiver um canteiro ocioso, ou mesmo um jardim com bastante área útil, é possível plantar culturas de legumes e verduras que cresçam mais.

Além de ensinar os alunos, a criação de uma horta traz benefícios sociais à escola. Primeiro, porque re-significa o espaço da escola; segundo, cria senso de coletividade entre os alunos; terceiro, é uma atividade que desenvolve outras potencialidades do aluno.

 

4.      Monitoramento da flora local

Fazer um monitoramento da flora local, seja ela, a flora da escola, rua, bairro ou até cidade, envolve discussões sobre urbanização, evolução da espécies, influências culturais e ecologia.

Além disso, desperta o senso de comunidade e pertencimento dos alunos, além de ser um exercício de sensibilização à estética botânica.

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