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Tendência em aulas online desde 2014, o Google Classroom mudou a forma de cursos de Educação à Distância.

Talvez, menos popular que plataformas como a Moodle, porém, depois de 2020 e da crise sanitária do Covid-19, o “Google Sala de Aula” ou GSA (como ficou conhecido no Brasil) dominou o EAD do ensino regular.

Se em plataformas como o Pensar Cursos, há outros recursos, nas escolas regulares (inclusive de redes públicas), o GSA veio com tudo.

Agora que a pandemia se abrandou, temos uma outra notícia: o Google Sala de Aula veio para ficar. É uma notícia boa? Ruim? Como trabalhar com ele? É o fim da sala de aula presencial?

 

1.      O Google Classroom complementa a aula presencial

Diferente de outras modalidades de ensino, na educação básica regular (da pré-escola ao 3º colegial), a sala de aula física é imprescindível.

Isso significa que o GSA não surgiu para acabar com as escolas, mas para fortalecer os vínculos entre professores e alunos. Isso porque, por meio dele, é possível postar conteúdos da aula, postar conteúdos complementares, fazer videochamadas com palestrantes, entre outros.

Logo, ao utilizar o GSA, precisamos ter em mente duas coisas: primeira, a relação presencial ainda é mais importante, do que só uma tela; segunda, o uso do Classroom deve ser pra dinamizar o ensino.

 

2.      Dinamizando o ensino

Quando pensamos em “Dinamizar o ensino”, a ideia aqui é, justamente, tornar a troca de conhecimentos mais rápida e lúdica.

A ludicidade torna o ensino mais interessante. Todos nós já fomos crianças. Acessar esse lado facilita a apreensão de certo conteúdo.

Outra dinamicidade que o GSA permite é no que se refere às atividades e avaliações.

Como ele conta com diversos recursos (notadamente, o Google Formulário, apesar de não ser apenas isso), as avaliações perdem seu teor punitivo, que o formato tradicional eventualmente tem.

As atividades se tornam algo mais simples de ser feito, mas ainda assim, eficazes em trazer o ponto principal de avaliar: mostrar o que o estudante tem de conhecimento.

 

3.      Compartilhando conteúdos

Por ser um fórum online, o Classroom permite que você compartilhe links de sites de vídeo, jornais e similares.

Até aí, não há grandes diferenças. Porém, no caso do GSA, a organização visual e espacial desses links é muito mais facilitada.

Assim, o professor consegue criar uma aula, associar conteúdos a ela, e ter esses conteúdos totalmente organizados em uma agenda autogerada.

 

4.      Criando uma cultura da organização pessoal

Um dos diferenciais do Google Sala de Aula é no que se refere à estrutura do ambiente. Ele é feito pensando na organização pessoal dos usuários.

Dessa forma, há calendários informativos, opção de disparar e-mails de conteúdo, opção de mensagens privativas, a criação de um histórico do estudante, um cronograma de acessos, entre outros.

Logo, o Classroom pode vir a ser uma importante ferramenta de ensino de questões extracurriculares, mas ainda assim, essenciais aos estudantes – a organização pessoal, tanto de alunos, quanto de professores.

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