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Segue a repercussão sobre os aumentos constantes dos combustíveis feitos pela Petrobras. Dessa vez, o ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, defendeu as ações do governo federal e ainda destacou que o Brasil está dando a “resposta correta” para resolver o problema. 

Tanto é correta, que o resto do mundo inteiro está tentando fazer isso: reduzir tributos. Estados Unidos, Europa. Sabe qual a diferença? É que aqui nós já fizemos”, afirmou o ministro em audiência pública na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados. 

Diante da resposta de Sachsida, os deputados questionaram qual era o motivo do consumidor final não sentir os efeitos da gestão do governo sobre os combustíveis. Ele respondeu que está conversando com a Petrobras, a ANP (Agência Nacional de Petróleo) e as distribuidoras para acelerar “a modalidade de consignação”. 

Com essa modalidade, junto com a redução tributária, o efeito dos preços para o consumidor final será bem mais rápido. 

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Sachsida ainda relata que tanto a sua pasta quanto o governo federal não podem interferir nos preços de combustíveis. 

No final, o ministro agradeceu o empenho dos deputados pela aprovação de medidas como a redução de tributos federais e do ICMS sobre diesel, gasolina, etanol e gás.

Com o PLP 18, o preço da gasolina vai cair de R$ 7,39 para R$ 5,84, queda de 21%”, explica Sachsida. Pelas projeções do Ministério, com a medida, o preço do etanol deve cair R$ 0,30: de R$ 4,87 para R$ 4,57. No caso do diesel, o preço deve ser reduzido de R$ 7,68 para R$ 7,55. Já o GLP deve cair de R$ 112,70 para R$ 110,07.

*com informações da Agência Brasil

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