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variola dos macacos getty images

Um novo caso de varíola dos macacos está sendo investigado no Brasil. Ontem (11), a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo confirmou o segundo caso da doença, que foi encontrada em um homem de 29 anos — segue em isolamento em sua residência na cidade de Vinhedo, interior de SP. 

A nova aparição, que está sob investigação, apareceu no Estado do Rio de Janeiro, segundo publicação do Estadão. Trata-se de um homem que mora no município do norte fluminense, Macaé. Ele apresentou sintomas e estão sendo realizados exames, conforme informação da secretaria estadual de saúde. 

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Varíola dos macacos: novo caso é investigado no Brasil

O homem que está sob suspeita de ter contraído a doença trabalha embarcado em uma plataforma de petróleo, lugar no qual teve contato com pessoas de outros países. Até o momento, ainda não foi confirmado nenhum caso da varíola dos macacos no Estado do Rio de Janeiro. 

De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, o paciente está sendo monitorado pela vigilância municipal, que está sendo apoiada pela vigilância estadual. Além de que o paciente foi submetido a exames que são estipulados pelo Ministério da Saúde para confirmar o contágio pela doença. 

Afinal, o que é a varíola dos macacos?

É uma doença viral na qual a transmissão de humano para humano ocorre principalmente através do contato pessoal com secreções respiratórias, lesões na pele de uma pessoa infectada ou objetos recentemente contaminados. A doença causa uma erupção cutânea, geralmente no rosto, que se espalha para outras partes do corpo, incluindo os genitais. 

Os casos mais recentes no mundo mostram predominância de lesões na região genital. A erupção passa por diferentes estágios e pode parecer catapora ou sífilis, eventualmente formando uma crosta que depois cura. Quando a crosta desaparece, a pessoa para de infectar outras. 

Veja sintomas e tratamento 

O período de incubação é de 6 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, linfonodos inchados, calafrios e exaustão. No caso de suspeita de doença, o paciente deve ser isolado até que as lesões desapareçam completamente. 

O seu tratamento é feito levando em consideração as medidas de suporte, isto é, aquelas que possibilitem o alívio de sintomas, além de tratar e prevenir as complicações e sequelas. 

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