amazon livros 1280


 

Durante o mês de novembro de 2021 acontece em Glasgow, na Escócia, o COP26, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2021.

A conferência, que acontece desde 1995, serve para que países de todo o mundo e, em especial, aqueles que tenham sua economia fortemente baseada na agropecuária e extrativismo, debatam sobre questões climáticas.

Isso porque existem diversos vieses sobre a questão, em toda a literatura econômica recente.

 

Avanços tecnológicos VS Ecologia ou Avanços Tecnológicos E Ecologia?

De um lado, temos economistas que apontam para a necessidade de se alimentar a fomentar as indústrias, sejam as produtoras de commodities, sejam as produtoras de royalties.

De outro lado, temos Ecologistas, ambientalistas, e Físicos que apontam para os diversos problemas da lógica de produção de bens. No passado, o extrativismo e a industrialização, apresentaram resultados extremamente danosos, fosse para o planeta, fosse para as pessoas.

Casos como os das cidades de Cubatão, Chernobyl ou Pasadena mostram que o desenvolvimento industrial pode ser violento, e destrutivo.

Reverberam essas críticas, notícias como as de comunidades indígenas devastadas pelo garimpo, na Amazônia Brasileira, ou as guerras civis em países africanos donos de jazidas.

Por outro lado, países como a Suécia ou a Dinamarca têm se destacado por sua busca por um desenvolvimento sustentável. Suas políticas de redução de lixo, controle do desperdício de alimentos, e em prol do reflorestamento de áreas nativas vêm sendo elogiadas pela ONU.

Mas claro: são países com um histórico de dominação colonial violenta.

Assim, surgem questões: será possível alinhar o desenvolvimento sustentável a uma perspectiva global? Como manter a produção industrial e economia constante, sem causar danos ao capital humano e natural dos países?

Essas são algumas das questões e pontos que o COP26 traz, e que são de extrema relevância para o futuro da humanidade.

 

O lugar do Brasil na COP26

O Brasil tem papel de destaque nos debates sobre o clima e a agroecologia. Isso porque o país avançou e retrocedeu em diversos aspectos, em relação ao desenvolvimento sustentável, nos últimos anos.

O aumento das queimadas e devastações de matas nativas é notório. Não pode ser negado, e isso vem acontecendo desde a retomada do regime democrático, em 1988. Ou seja, independe da posição ideológica do gestor em questão.

Por outro lado, políticas públicas de valorização de comunidades tradicionais foram sendo ampliadas. Medidas para o combate a fome também têm se mostrado muito eficazes.

Medias que visem o desenvolvimento nacional, alinhada à ecologia são vitais, para a posição do Brasil, no cenário mundial, e essa tem sido uma das principais críticas que o país vem sofrendo nos últimos três anos.

Logo, o COP26 será o momento se apresentarem programas governamentais de sustentabilidade, sob o risco de sanções por parte de outras nações.

Outro ponto que deve ser colocado em pauta é no que se concerne aos Direitos Humanos e preservação de culturas de povos originários.

Essas pautas são globais.

Veja Também:

Está “bombando” na Internet:

Fonte: Acesse Aqui o Link da Matéria Original

amazon computadores 1920