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Em tempos de Covid-19, vimos muitas polêmicas em torno de tratamentos, métodos de prevenção e formas de evitar a difusão do vírus.

Muitos desses tópicos foram embasados no método científico rigoroso. Entretanto, também houve uma enorme divulgação de afirmações pseudocientíficas a respeito da doença e de tudo que se relacionava a ela.

Isso é, as informações difundidas traziam erros metodológicos, falta de provas, falta de evidências documentadas. Era Pseudociência.

Algumas dessas desinformações eram difundidas por autoridades de institutos de pesquisa.

Porém, se eles eram cientistas, porque o que eles diziam era pseudociência – e não um fato científico em si? E afinal, o que é a pseudociência?

Para entender melhor, leia nosso artigo, e não se deixe mais enganar por generalidades.

 

1.     O método científico

A principal diferença entre o fato científico, é que ele segue o “Método científico”. Esse método é baseado nas centenas anos que a humanidade acumulou, em suas pesquisas sobre o mundo.

Desde Aristóteles (384 a.c. – 322 a.c.), já víamos alguma forma de investigação, que ajudam a compor o método científico. Esse método se baseia em procedimentos:

  1. Observação;
  2. Hipóteses;
  3. Experimentação;
  4. Análise de resultados;
  5. Conclusões.

Na pseudociência, essa metodologia nem sempre é seguida. E quando ela é, alguns pesquisadores fazem interpretações equivocadas das informações, a fim de defenderem ideologias e grupos econômicos ou políticos.

 

2.     Argumentos embasados no método científico

Outro ponto a considerarmos, quando vamos analisar uma informação científica, é o embasamento dos argumentos apresentados.

Argumentos baseados em fatos comprovados por método científico são Ciência. Argumentos baseados em fatos sem essa comprovação são pseudociências.

A dita Medicina Complementar, por exemplo, não é uma Ciência do mesmo nível, que a Medicina Tradicional. Ela pode ser totalmente válida – como complemento, pois sua eficácia se baseia em valores (que são importantes para algumas pessoas) como fé.

Ou seja, não tem uma comprovação mensurável por áreas tradicionais.

O problema é quando a Medicina Tradicional é preterida, em detrimento da Medicina Complementar – ou pior, quando essa vira uma forma de explorar financeiramente pacientes.

 

3.     Revisão e verificação de resultados

Um dos problemas das pseudociências é a falta de revisão por pares. Isso é, os resultados apresentados não são verificados por outras pessoas da área.

Os remédios e tratamentos são apresentados, sem que outros pesquisadores tenham testado eles. e mais do que isso, sem que esses resultados sejam possíveis de serem testados.

Nas ciências tradicionais, há sempre análises por pares. Cientistas analisam as pesquisas uns dos outros, para identificar eventuais falhas metodológicas e demais fatores que possam ter influenciado o resultado final.

Nas pseudociências, isso não é possível, porque nesses casos, os experimentos não seguiram a metodologia científica.

 

4.     Possibilidade de testes

Outro método que não é usado pela pseudociência é a possibilidade de testes. Ou seja, testar o postulado, para verificar falhas e melhorias.

Nas pseudociências, isso não é possível, uma vez que elas se baseiam em procedimentos e resultados não passíveis de testes (foram feitos sem o rigor do método científico).

Fonte: Acesse Aqui o Link da Matéria Original

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