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Um dos problemas laborais mais comuns é a dita Síndrome de Burnout, chamada em Português, também, de Síndrome do Esgotamento Profissional. Muito se fala nesse problema, mas pouco se fala nela de fato.

Isso é, virou um lugar-comum falarmos nesse problema psicológico, porém, sem lidar com ele de fato. Muitas pessoas repetem o nome da síndrome, porém, sem entender o que de fato ela é, como acontece e como pode ser curada – e o que é mais relevante, como pode ser evitada.

 

“Queima total”: mais do que um cansaço ou agonia

“Burn out” significa, se traduzido ao pé, “queimar fora”; mas, queimar o quê? Na verdade, uma tradução menos literal poderia ser “Queima total”.

E isso é exatamente o que a síndrome de burnout é, uma “queima total”. No caso, do equilíbrio mental e por vezes, até físico, da pessoa que sofre dela.

A síndrome é um transtorno, principalmente, emocional. É diferente de outros transtornos mentais, como transtornos decorrentes do luto, estresse pós-traumático, ou transtorno obsessivo compulsivo, pois a síndrome se desencadeia em contextos trabalhistas.

É uma síndrome caracterizada pelo esgotamento, em todos os níveis, isso é, emocional e físico. Pode ser caracterizada por uma grande agonia, em relação ao trabalho, desequilíbrio nas reações emocionais, dores físicas, confusão mental e mesmo tonturas e lapsos de consciência.

Lembre-se, aqui temos o intuito de informar, para saber mais, procure um Psicólogo.

 

O cansaço profissional

Profissionais que vivem sob grande pressão – como policiais, bombeiros, médicos profissionais da saúde, e professores – estão muito mais sujeitos a Síndrome de Burnout do que outros. Isso não significa que trabalhadores de funções mais “estáveis” (isso é, sem grandes mudanças de rotina) não possam, também, sofrer a síndrome.

Ela se caracteriza por um esgotamento devido a questões envolvendo o trabalho, especificamente. Um policial que sofra de estresse pós-traumático não está, necessariamente, sofrendo de síndrome de burnout.

A síndrome se caracteriza por sintomas relacionados ao trabalho. Ao ambiente, à jornada, às tarefas, ao relacionamento com os colegas e chefias, entre outros.

Trabalhadores que venham a sofrer pelo burnout sentem angústia de ir ao trabalho, dificuldades em realizar tarefas profissionais, têm reações extremadas, entre outros.

A síndrome pode levar a doenças mentais, como depressão, transtornos alimentares e mentais, ou pode desencadear comportamentos de risco, como uso excessivo de remédios e bebidas ou automutilação.

 

Prevenção e tratamento da síndrome de burnout

Mais importante do que o tratamento, é a prevenção da síndrome, afinal, por ser um problema psicológico, nem sempre o tratamento é fácil e rápido.

Pensando em medidas preventivas, o principal a se fazer é possibilitar um ambiente de trabalho que seja equilibrado. Pressões e situações de estresse sempre existirão, porém, os gestores dessas frentes precisam pensar em medidas para diminuir e solucionar essas.

Já os tratamentos incluem psicoterapia, e podem incluir o uso de medicamentos, por tempo limitado ou indeterminado, dependendo de cada caso.

Eventualmente, por sua vez, pode acontecer a readaptação funcional.

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