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A sociedade sempre foi influenciada por seus líderes e ícones culturais. Desde os princípios da vida em comunidade, pessoas tendem a se organizar em um grupo e, nesse, seguir as orientações de um líder.

Esse comportamento, inclusive, provavelmente foi o que possibilitou o surgimento de nossas sociedades. O comportamento de grupo foi importante para sobrevivermos à natureza.

Esse comportamento foi sendo utilizado por líderes, ao longo de toda a nossa história, e não apenas em questões políticas. Também em hábitos e hábitos de consumo, até chegarmos àquilo que hoje conhecemos como moda.

Por exemplo, com o rei Luís 14, que durante seu reinado (1643-1715) popularizou o uso de saltos-altos. Podemos dizer que ele foi ícone da moda.

Uma pessoa influenciando as outras a consumirem algo é a essência do marketing. E do marketing de influência.

 

Fórmula antiga, novas ferramentas

 

Essencialmente, o Marketing de Influência não é tão diferente do marketing em geral: trata-se de promover produtos, por meio de pessoas importantes, para um grupo social.

Quantas vezes não vimos propagandas de lojas de móveis, com cantores sertanejos? Ou ainda, atrizes belíssimas, falando sobre iogurtes?

Entretanto, nesses casos, são propagandas: ou seja, encenações de uma pessoa influente, usando o produto em sua casa, ou em um cenário alusivo à sua vida cotidiana. Essa abordagem está ficando ultrapassada.

As redes sociais, como TikTok e Instagram começaram a aproximar as pessoas “comuns” das “celebridades” (artistas, políticos, ou simplesmente pessoas que criam conteúdos de entretenimento).

Essas pessoas são os garotos-propaganda no marketing de influência.

A diferença principal dessa abordagem tradicional, para a contemporânea, do Marketing de Influência, é que aqui as propagandas acontecem de forma mais sutil: através do engajamento.

 

Pessoas “normais” interagindo

 

“Engajamento” é a palavra de ordem aqui. O engajamento de um influenciador se refere ao alcance de suas postagens, e as respostas a elas. Para tanto, seu conteúdo precisa ser interessante, entreter e ser autêntico.

E essa é a grande diferença.

A principal abordagem do Marketing de Influência é pelo patrocínio a um influenciador “normal”, não uma celebridade, mas alguém do dia a dia, que interage com seus seguidores.

Até existe um call-to-action, mas não no sentido de “compre” – e sim, “comente”.

A diferença é essa: os seguidores veem o produto sendo usado “de fato”, e os seguidores são instigados a interagirem com o influenciador.

Aqui, vale a máxima: pessoas compram de pessoas. As redes sociais são um recorte da “vida real”, logo, o produto é tratado com autenticidade, e o consumidor, com intimidade e afeto.

Além disso, influenciadores vão incentivar seu publico a interagir com a publicação patrocinada, pois, dessa forma, eles conseguiram manter seu nível de engajamento, e continuar participando de novas campanhas.

 

Uma tendência que veio para ficar

O Marketing de Influência é uma tendência que veio para ficar. Principalmente, depois de 2020, com a pandemia, quando as interações sociais aconteceram, principalmente, por redes sociais, em lives interativas.

Assim, esse é o formato como as campanhas de sucesso acontecerão, na próxima década.

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