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Seres humanos interagem com a natureza desde sempre, de forma que, desde sempre aconteceram emergências médicas, tais como envenenamentos, soterramentos, afogamentos e demais problemas de tal ordem.

Diante disso, sempre foi preciso que nas sociedades existissem pessoas prontas para atender em situações extremas.

A princípio essas pessoas eram soldados; então, bombeiros. Hoje em dia, ainda temos bombeiros. Somando-se a eles, contudo, há uma nova categoria: a dos médicos.

Médicos socorristas são aqueles cujos treinamentos e formação permitem atuar com rapidez, em situações extremas, visando preservar a saúde dos pacientes, ou pelo menos salvar suas vidas.

E dentro do socorrismo, tem surgido uma subcategoria, ainda mais específica: são os profissionais de medicina wilderness.

 

Resgatando em ambientes inóspitos

Diferente da medicina socorrista tradicional, que precisa lidar com ambientes urbanos – logo, em teoria, mais fáceis de serem acessados, na medicina wilderness o local de resgate é a natureza.

Como o próprio nome indica – wilderness, que em tradução adaptada, significa “vida selvagem”.

Pode parecer algo meio abstratos, mas o fato é que nessa modalidade de atendimento, são considerados fatores como possibilidade de deslizamentos, níveis de afluências, contatos com animais selvagens, entre outros.

Além, claro, de resgates em montanhas nevadas, situação que no Brasil é, praticamente nulo.

Dentre as situações que um “médico de wilderness” pode encontrar estão, soterramentos, acidentes em locais inóspitos, atendimento em áreas de proteção ambiental (logo, sem grandes centros urbanos próximos) e demais contextos, nos quais a natureza parece estar “jogando contra”.

É uma modalidade, ainda, pouco estudada e difundida no Brasil. Mas ganha cada vez mais adeptos, principalmente, devido a médica e esportista de esportes radicais Karina Oliani, que ficou conhecida por, entre outras coisas, escalar o Everest duas vezes.

 

Medicina wilderness: a medicina dos esportes extremos (e externos)

Médicos especializados em wilderness podem vir a atender pessoas em situações como acidentes naturais, ou desabamentos.

Porém, a própria origem da medicina wilderness indica onde ela é mais comum: em esportes extremos (e externos).

Tudo começou nos anos 80, quando o médico americano Paul Auerbach, junto com outros médicos, criou uma equipe de profissionais prontos a estudar e atender ocorrências médicas específicas de ambientes naturais.

Assim, foram sendo desenvolvidos e aprimorados métodos e técnicas. Afinal, esportes como trekking, rapel, montanhismo e bungee jump são, notadamente, arriscados; e, por acontecerem em ambientes distantes de grandes centros urbanos, demandam uma resposta efetiva e imediata.

Logo, os resgates e pronto atendimentos, nesses casos, é focado nessas situações.

Além disso, essa área foi sendo aprimorada, e se ampliando para outros campos da medicina, como infectologia, ortodontia e sanitarismo.

Hoje, mais do que apena atender a pessoas perdidas no Himalaia, a medicina wilderness é focada em atender pessoas em situação de vulnerabilidade, como em casos de enchentes, erupções vulcânicas e afins.

Atualmente, muitos centros universitários e médicos, de todo o mundo, já têm a especialização em medicina wilderness. No Brasil, entretanto, a área não conta nos currículos de instituições tradicionais, de forma que Karina Olinai ainda é a médica mais conhecida.

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