Quem sofreu algum problema de saúde (reumatismo ou síndrome de Alan Barrett), ou trauma físico que deixou sequelas (como um acidente de carro), certamente precisa de auxílio de um fisioterapeuta, para conseguir retardar a perda de movimentos ou recuperar aqueles perdidos.

Além disso, porém, o paciente precisa do auxílio de outro profissional da saúde muscular que é essencial em casos dessa natureza: um terapeuta ocupacional.

E o que um terapeuta ocupacional faz, que um fisioterapeuta ou personal trainer não fazem? Primeiro, é preciso que se entenda: terapia ocupacional é uma área da Medicina. Entenda:

 

Fisioterapia ou terapia ocupacional?

Primeiro, é preciso que deixemos bem claro aqui: esse artigo á para dar informações gerais. Apenas um médico ortopedista pode indicar o tratamento adequado para cada situação.

Posto isso, vamos aos termos práticos. Se uma pessoa sofre um problema, como acidente de carro, ou AVC, talvez perca os movimentos do corpo. Logo, um tratamento fisioterapêutico, certamente, é necessário.

O fisioterapeuta fará atividades e exercícios físicos, em uma academia ou estúdio. Esses, por sua vez, serão específicos para a recuperação de movimentos gerais. Andar em linha reta, por exemplo, se sentar com a postura correta, utilizar os dedos…

Já um terapeuta ocupacional, esse faz um trabalho bem mais focado.

Como o nome indica, esse profissional vai focar na ocupação do espaço, pelo paciente, ou seja, vai focar especificamente no contexto do paciente.

Enquanto a fisioterapia foca em movimentos de recuperação e fortalecimento, o terapeuta ocupacional foca em movimentos com função específica.

Por exemplo, no caso de um paciente que tenha sofrido AVC, podem ser coisas como uso de talheres, ligar e desligar torneiras, abrir e fechar portas, entre outros.

Não é apenas recuperar os movimentos e tecidos musculares, mas recuperar eles de forma adequada a rotina cotidiana, antes do acidente.

 

Fisioterapia e terapia

Além de atividades e exercícios fisioterapêuticos, o terapeuta ocupacional focará em algumas questões de ordem mais psicológica, por assim dizer.

Ocasionalmente, o paciente precisará aprender a lidar com seu próprio orgulho, pois agora, até sua recuperação total (quando o diagnóstico permite), haverá uma dependência de outras pessoas.

Os atos que levaram àquela situação podem vir a ser trabalhados, e repensados, também. Uma terapia ocupacional é, em muitos casos, também uma luta por superação e renovação. Um reaprendizado, em muitos casos, pois a nova conjuntura muscular do paciente assim o exige (por exemplo, no caso de uma amputação ou paralisia).

 

Atendendo aos familiares

Outro aspecto da formação de um terapeuta ocupacional é em relação à vida social, do paciente.

Seus familiares precisam entender a condição daquele paciente, suas limitações, suas questões psicossociais específicas. Eventualmente, algumas mudanças na própria arquitetura da residência precisaram ser feitas.

A compra e uso adequado de equipamentos também é definida pelo profissional. No caso de terapia ocupacional pediátrica, esse trabalho com a família é muito presente – e vital para o sucesso da criança, sob o tratamento.

 

Como se tornar um terapeuta ocupacional?

O curso de terapia ocupacional é uma graduação própria.

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