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Quando estudamos gramática, um dos aspectos mais complicados é no que se refere às “pessoas” da frase. Muitos alunos de ensino regular têm dificuldade em entender a palavra, principalmente, quando a frase não tem um referencial humano.

Além disso, eventualmente surge a palavra “sujeito”, para complicar ainda mais o ensino de gramática. Uma frase, então, tem pessoas e sujeitos? E se não tiver um nome humano, o que é? Se a frase for sobre objetos?

Questões desse tipo perpassam as salas de aula. E alguns professores de português têm dificuldade em solucionar essa questão. Alguns alunos saem da escola sem entender esses pontos.

Então, o que se sucede é que o aluno com dificuldades cresce e se torna um adulto com dificuldades. Sendo que, esse elemento – a “pessoa” é essencial para um estudo de gramática mais complexo – tenha em vista questões como “sujeito simples”, “sujeito oculto” entre outros.

Então, vamos a um Guia Definitivo sobre as “Pessoas da Gramática”, para, então, entendermos quem é esse “Sujeito”, que faz as coisas.

 

Pessoas não são pessoas, em gramática – mas podemos entender elas assim

A palavra pessoa vem do latim e se refere a indivíduo. Porém, em gramática, ela ganhou um sentido mais amplo.

Trata-se de uma referenciação aos participantes de um discurso, no sentido de serem ativos, passivos ou de serem objetos de uma sentença.

Confuso?

Digamos que a situação não melhora se falarmos que “Pessoas em gramática são os sujeitos que se relacionam ao predicado por meio do verbo”, pois “sujeito” também dá uma ideia de “Humano”, e em uma frase como:

 

A mesa quebrou

 

não há um referente “humano”.

Logo, como explicar? Uma alternativa é partirmos para uma analogia com a comunicação humana, até porque, na verdade, isso é comunicação humana.

  1. Primeira Pessoa – quem fala
  2. Segunda Pessoa – quem ouve
  3. Terceira Pessoa – quem vira assunto.

A partir desse posicionamento, fica mais fácil entendermos o que se chama, em gramática de “sujeito”.

 

Quem é o “sujeito”?

Então, chegamos a outra questão que confunde muitos estudantes: o sujeito.

Quando falamos que “o sujeito é um dos termos da oração”, isso pouco diz aos estudantes, que eventualmente associam a palavra ao referencial humano.

Logo, uma forma de pensarmos esse termo é a partir da relação com o verbo e o predicado, ou seja, humanizando o sujeito das frases, independente, de forma concreta mesmo.

Assim, podemos dizer que, em gramática, “sujeito” é a pessoa ou objeto que faz uma ação.

Em “A mesa quebrou” a ação é “Quebrar”. E quem “faz” essa ação? A mesa, logo a mesa é o sujeito.

Pode parecer uma explicação simplista. Porém, considere que há uma defasagem de gramática entre nossos estudantes do ensino básico.

Assim, ao invés de ficar em uma gramática muito ligada a terminologias, deveríamos fazer uma gramática prática.

Logo, quando falamos, por exemplo, “Minha mãe e eu fomos ao zoológico”, se adotamos a perspectiva prática, fica mais fácil de identificar o sujeito e a pessoa gramaticais.

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