Muito se fala sobre o tipo de “funcionário ideal” de uma empresa. Algo muito justo, afinal, os todos os funcionários que querem progredir em uma carreira, buscam entender o que os chefes querem.

Logo, cada empregado vai fazendo cursos e aprimoramentos profissionais, de acordo com suas potencialidades. Os perfis vão se refinando, e assim, o funcionário atende a um modelo, genérico ou específico, mas adequado à empresa.

Porém, há alguns perfis de funcionário que nenhum chefe quer – nenhum chefe ético e preocupado com o trabalho, pelo menos. Não atender a esse perfil também é importante, e às vezes, até mais fácil de se atender.

Você sabe que perfis são esses? Confira:

 

1.      “Funcionário leva-e-traz”

A ideia de um “Funcionário leva-e-traz” é a de alguém que, no trabalho, se preocupa apenas em falar sobre o que acontece de um departamento para outro. Ou, de forma mais explícita um funcionário que faz “fofoca”.

Esse funcionário fala para os funcionários, o que ouviu os chefes falarem, e vice-e-versa. Ele também fala para um colega o que os outros falaram (sobre ele, ou sobre a própria vida) e afins.

Além de ser muito desagradável conviver com alguém assim (você não pode confiar nessa pessoa), o ato de “leva-e-traz”, eventualmente pode ser configurado como “espionagem industrial” ou “calúnia”, dependendo do que é dito.

Ou seja, não se trata apenas de “fofoca”, mas de um crime punível pela justiça.

 

2.      Funcionários pessimistas

Funcionários pessimistas são aqueles que sempre buscam enxergar os problemas de tudo. E, mesmo quando não é uma situação problemática, apontam, sempre, para as dificuldades, problemas, conflitos etc.

Claro que é importante termos pessoas que consigam perceber os prós e contras de tudo. E em ambiente de trabalho, termos funcionários que, em suas análises, apontem para os problemas em potencial, visando prevenir eles, antes mesmo que eles aconteçam.

Agora um funcionário que está sempre apontando problemas, esse é alguém desagradável, pois ele desmotiva a equipe. Problemas, em qualquer operação, poderão (e normalmente vão) acontecer.

Prevê-los é vital, se preparar para evitá-los pode fazer toda a diferença. Agora, começar um projeto já considerando que eles são inevitáveis… Isso é desanimador. Puxa a estima da equipe para baixo, faz com que todos trabalhem com menos empenho, e maiores preocupações.

3.      Funcionário que faz “corpo-mole”

Ser um funcionário que “veste a camisa” da empresa é importante, claro, mas você não pode deixar que os patrões abusem, e exijam mais do que o necessário para o bom andamento do negócio.

Isso não significa que você não deva se esforçar, e buscar melhor seu desempenho diário.

Há funcionários que buscam fazer suas tarefas mínimas, no tempo mais demorado possível. Isso é uma definição de “corpo-mole”, ou seja, alguém que simplesmente bate o ponto e fica, até o horário da saída, focado em algo que, em menos tempo, se resolveria.

Você não atrapalha, mas também não ajuda. Ou seja, torna-se alguém facilmente substituível. Logo, faça o mínimo para se destacar.

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