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Quem vai prestar um concurso, ENEM ou vestibular, sabe: nas bibliografias, há sempre alguns livros que são “clássicos”.

Quase sempre há algum romance de José de Alencar e Machado de Assis. Às vezes, um livro de Carlos Drummond de Andrade. Na pior das Hipóteses, Os Lusíadas de Luís de Camões.

Por que esses livros, que algumas vezes trazem uma leitura difícil e densa, se tornaram “clássicos”? Por que eles são, sempre, reeditados e relançados, e viram temas, ainda, de teses de pós-graduação?

Em resumo, surge a pergunta: Por que é importante lermos eles, hoje?

 

1.      Um clássico é um livro que inaugura um novo padrão na literatura de sua língua ou país

Um autor como Camões é um autor clássico, simplesmente, porque ele foi o autor que inaugurou a poesia em Português, como concebemos ela hoje.

Antes dele, e na mesma época que ele, até existiam autores que escreviam em Português. Porém, nenhum com o cuidado lexical, gramatical e estilístico dele.

O mesmo pode se dizer de Dante, para o italiano; Chaucer, para o inglês e por aí afora.

Ler um clássico é acessar o início de algo: importante, para entendermos como chegamos até aqui.

 

2.      Um clássico sobreviveu aos tempos, porque fala de coisas atemporais

Um texto como o de Romeu e Julieta ou As Ligações Perigosas se tornou um clássico – e por conseguinte, sobreviveu ao desgaste do tempo –, porque suas mensagens sobre a vida e seus aspectos são atemporais.

Isso é, falam de coisas que acontecem desde sempre. E acontecem ainda hoje. Mas não apenas, e sim, falam de uma forma única, detalhista, cheia daqueles aspectos (enredo, sentimentos, figuras de linguagem etc.) que só existem em obras de arte.

 

3.      Um clássico é uma obra que causou um impacto social e político imenso

Uma obra como Iracema ou Capitães da Areia, para além da questão da linguagem, traz as relações políticas e sociais, do autor com seu tempo, sua sociedade e a forma, até então colocada, de se encarar essa sociedade.

Ou seja, o livro impactou a forma como a sociedade se constituiu.

Iracema, por exemplo, foi um romance que teve enorme importância política nos movimentos nacionalistas do Brasil do século 19, por trazer suas metáforas sobre a formação do Brasil.

Capitães da Areia, esse foi um livro que discutiu infância, racismo e vulnerabilidade social, em uma época na qual esses temas eram praticamente censurados.

 

4.      Um clássico (às vezes) tem um enredo incrível

Piratas têm perna de pau e um papagaio, e sempre buscam um tesouro escondido em uma ilha certo? Bem, se na História não é bem assim, na cultura pop é.

Isso acontece, graças a um clássico: o romance A Ilha do Tesouro. Ou seja: um clássico (às vezes – Jane Austen, por exemplo, não tem) tem um enredo que atraí as pessoas.

Livros como Moby Dick, O Médico e o Monstro e Frankenstein têm enredos e histórias que todos adoram ler, e reler.

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