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Num passado não tão distante, a tatuagem era muito malvista. Um desenho em sua pele, certamente, seria sinal de que você tinha problemas em casa, pertencia a um grupo criminoso ou algo desse gênero.

Tudo uma grande bobagem, tenha em vista que hoje, pessoas das mais diferentes idades, ideologias e estilos de vida têm alguma (ou algumas) tatuagens.

Assim, quem quiser ser tatuador encontrará, certamente, um mercado de trabalho bem amplo.

Mas para começar, o que é preciso fazer? O que um tatuador estuda? O que a lei exige dele? A resposta é: nada.

Sim: Para ser tatuador qualquer, no Brasil, você só precisa de um estúdio e uma máquina.

Agora, se você quer ser um PROFISSIONAL RESPEITADO, pode ser bom você fazer alguns cursos.

Quais? Confira:

 

1.      Cursos em artes visuais

O senso comum fala que “Desenhar se aprende desenhando”. Isso é verdade – em termos. Porque “desenhar se aprende desenhando a partir de técnicas que você aprendeu em cursos de desenho”.

E isso vale para tatuagem.

Há clientes que exigem desenhos complexos, com luz e sombra, degradês, perspectiva, entre outros.

Por outro lado, há clientes que buscam tatuagens com temas de culturas ou religiões específicas.

Para você saber fazer tudo isso, não basta ir a museus ou comprar livros. É preciso estudar artes visuais. Ainda mais porque, na pele, as tintas são diferentes de um papel.

Logo, não estudar pintura impressionista não fará você um tatuador pior. Porém, se você estudar, suas habilidades aumentaram muito mais.

 

2.      Biossegurança e controle de infecções

No passado, parte dos preconceitos com a tatuagem eram devido aos lugares onde algumas eram feitas: lugares sem limpeza adequada, com material reutilizável, e com os profissionais desatentos às questões de higiene.

Hoje em dia, esses lugares são cada vez mais raros, felizmente.

Isso porque, os sindicatos de tatuadores do Brasil fazem um importante trabalho de conscientização disso que chamamos de biossegurança.

E o que é “biossegurança”? é um conjunto de práticas e conhecimentos que visam acabar com focos de infecções e doenças, em locais de trabalho, educação e saúde.

Essa área, por sua vez, é relacionada ao controle de infecções, isso é, medidas para evitar contágios.

Um tatuador precisa ter conhecimentos em biossegurança. Ele está criando uma arte que envolve perfurar a pele. Seus clientes terão o corpo perfurado por uma agulha, e preenchidos com substâncias químicas (a tinta).

Se o tatuador não souber como fazer isso com um nível de excelência profilática total, as chances dele se envolver em um acidente são enormes.

 

3.      Primeiros socorros

Continuando o último tópico, mesmo que o tatuador tenha todos os cuidados para fazer seu trabalho com a máxima higiene, eventualmente o cliente pode ter algum problema.

Às vezes pode acontecer uma reação à tinta, ou uma cicatrização inadequada da pintura; às vezes o cliente começa a ter um sangramento excessivo.

Se isso acontece, é importante que o tatuador esteja pronto para prestar os primeiros socorros, até que aconteçam os atendimentos médicos adequados.

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