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Um dos assuntos tem de maior relevância, em se tratando de educação de jovens, hoje em dia é educação e orientação sexual.

Diferente do que algumas mentalidades mais conservadoras sugerem, esse assunto se refere muito menos à prática sexual em si.

Antes, essa área da psicologia e saúde é a respeito de questões como diferentes identidades sociais, prevenção de violências, e prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).

Ou seja, é uma área de conhecimento que precisa ser difundida e praticada em escolas, com alunos de todos os anos.

Fato é, independente da posição assumida pelos educadores, jovens hoje, estão expostos à sexualidade. Alguns vão iniciar suas vidas sexuais mais cedo, outros mais tarde.

Logo, eles precisam ser orientados sobre cuidados individuais e coletivos.

Porém, o que tratar em um curso de educação sexual nas escolas? Quais são os conteúdos essenciais?

 

1.      Identificação com o próprio corpo

O primeiro tema de educação sexual é a respeito do próprio corpo. O corpo enquanto organismo, em seu funcionamento e práticas saudáveis em relação ao corpo.

Embora não pareça, mesmo atos cotidianos, como o uso de roupas longas, ou a prática excessiva de algum esporte, podem estar associadas à sexualidade, no sentido de ressaltar (ou esconder) algo.

Claro que não é um assunto isolado. Quando falamos de corpo precisamos falar de identidades sociais.

 

2.      Identidades sociais

Uma identidade social é um conjunto de atos, gestos, e adereços que compõem a identidade de uma pessoa em estereótipos.

Por exemplo, a do menino que gosta de futebol ou da menina que gosta de ballet.

Como isso se relaciona à sexualidade?

Muitas vezes, essas identidades sociais também pressupõem uma série de práticas e comportamentos, incluindo comportamentos afetivos e sexuais. Essa pressão leva os indivíduos a cometerem atos de violência contra si e contra os outros.

 

3.      Consentimento

Outro tema de extrema relevância em educação sexual é o do consentimento.

“Consentimento” é como se fala de um ato, sexual ou não, envolvendo duas pessoas, e motivado totalmente pela vontade livre de ambas.

Ou seja, é necessário educar os jovens em relação ao que significa permitir um ato, como recusar a prática dele, como lidar com a recusa, entre outros.

 

4.      Infecções sexualmente transmissíveis

As ISTs, infecções sexualmente transmissíveis são as doenças transmitidas, principalmente, por atos sem proteção.

A questão principal é que as doenças existem, e devem ser evitadas, mas para isso, é necessário entender como cada uma se transmite, como é o tratamento, e como é a prevenção.

 

5.      Gravidez e planejamento familiar

Evitar a gravidez e iniciar um planejamento familiar adequado, incluindo redes de apoio à mães solo e mães em geral, deve ser um tema de aulas de educação sexual.

Isso porque, muitas vezes, os jovens até querem constituir família, mas não sabem como fazer isso de forma adequada.

Além disso, a gravidez acidental acontece, muitas vezes, não por desinformação, mas por negligência e desinformação sobre a maternidade, em sua esfera mais ampla.

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