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Alimentar-se é uma necessidade básica do ser humano; logo, é natural que tenhamos comida armazenada em casa, todo o tempo. Entretanto, no dia a dia, nem sempre isso é possível. Logo, optamos por ir a restaurantes.

E, desde os anos 40, um deles mudou a forma como nos alimentamos fora de casa: trata-se do McDonald’s, rede de fast food que se tornou símbolo do estilo de vida dos Estados Unidos.

Depois dele, surgiram outras redes, igualmente sucessivas, como o KFC (como rede, em 1950), Taco Bell (1954), Subway (1965) entre outros.

São restaurantes de comida razoavelmente boa (há as questões de saúde, evidentemente), rápida e, reconhecida em todo o mundo, de forma que, fundar uma rede de fast food hoje é, praticamente, impossível.

Mas por que elas fizeram tanto sucesso? Qual é a fórmula secreta por de trás desses restaurantes? Confira aqui alguns “ingredientes”:

 

1.      Cozinha industrial

Se todos os “ingredientes” do fast food, o da cozinha industrial é o principal.

Em outras palavras, esses restaurantes adotaram processos fordistas na produção do alimento. Cada alimento é cozinhado e elaborado em um “setor”. Isso garante que os lanches sejam produzidos com rapidez, de forma igual, e em grande quantidade.

Então, nas redes, há um responsável apenas por fritar carnes, um por aquecer os pães, um por fritar batatas, e assim em diante.

Tal procedimento garante que mais pessoas possam ser servidas em menos tempo.

 

2.      Alimentos pré-fabricados e estandardizados

Grandes redes de fast food trabalham com alimentos industrializados pré-fabricados. Ou seja, eles recebem uma enorme quantia de pães, carnes, verduras e queijos que já estão quase prontos.

Não há a necessidade de se mensurar a quantia de carne, queijo ou salada, em um hamburguer: há uma porção pré-estabelecida.

O trabalho consiste em cozinhar e juntar esses ingredientes, e entregar ao cliente.

Além disso, o alimento vem padronizado, por vezes com processos industriais, a fim de que todo o alimento seja igual, tanto em sabor, quanto em aparência.

Esses dois recursos permitem que os restaurantes trabalhem com diversos fornecedores e, como há essa necessidade de padronização, é possível estabelecer contratos comerciais que sejam economicamente vantajosos aos dois lados.

Como consequência, os preços são consideravelmente menores.

3.      Propagandas cativantes

Além disso tudo, há o marketing.

Restaurantes de fast food investem em campanhas de marketing com personagens, bordões e frases de efeito, uso de storytellings com valores morais agregados, entre outros.

Todo negócio de sucesso faz isso, é verdade. Mas no caso de restaurantes fast food, o marketing serve para dar uma ideia de identidade global da marca.

Pense por exemplo, na icônica música do McDonald’s, ou na figura lendária do Coronel Sanders.

 

4.      Dominando o mercado

Por fim, esses restaurantes investem em formas de estarem em todos os locais onde possa haver um público-alvo.

Isso é, eles buscam atingir a todos os nichos do mercado de fast food, isso incluí franquias, propagandas e promoções locais, além de programas de fidelização do cliente.

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