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Hoje em dia, mulheres fazem partos em hospitais. No Brasil, poucas optam pelo parto em casa. Mas, seja no hospital ou em casa, sempre há obstetras para realizar o parto.

Entretanto, até poucos anos atrás (há mais ou menos 60 anos), havia muitos lugares, principalmente em países menos desenvolvidos em termos de urbanização, onde os serviços médicos eram escassos.

Logo, pessoas mais humildes tinham seus partos realizados pelas parteiras.

E claro que um parto com atendimento médico é muito mais seguro, e eventualmente rápido. Porém, com uma parteira, a mulher recebia uma atenção que apenas outra mulher poderia dar.

Inclusive, porque o trabalho médico pode ser um tanto impessoal e alarmante para leigos.

Assim, buscando uma forma de tornarem os partos mais humanizados e menos automatizados, pesquisadoras estudaram práticas e atuações das parteiras.

E desenvolveram o trabalho da doula.

 

“A mulher que serve”

Do grego antigo Doula significa “escrava”, e mais especificamente, a mulher escravizada que servia em casa.

Tal concepção, porém, foi adaptada, conceitualmente e contextualmente, pela antropóloga médica Dana Raphael, a partir da década de 1970, quando em seus estudos, a pesquisadora identificou a importância de mulheres com mais experiência, em situações como o parto.

Logo, a concepção que temos hoje é a de “doula” como “A mulher que serve”. Nesse caso, trata-se de servir assistência, apoio emocional e conhecimentos a fim de tornar o parto menos impessoal.

Estudos posteriores, como os de Klaus e Kennell, mostraram que a presença de doulas, praticando massagens obstétricas, orientando respirações e oferecendo suporte emocional tornava os partos mais rápidos e menos dolorosos.

Tanto é que as profissionais são autorizadas por lei a estarem nas salas de parto, se a parturiente quiser. Já em estados como São Paulo, há um programa de doulas voluntárias em hospitais públicos.

Claro que a equipe médica é indispensável, mas ter uma doula junto pode ser extremamente benéfico para a mãe.

 

Como doula trabalha?

Doulas são profissionais sérias. Muitas trabalham exclusivamente como doulas, e, quando não estão realizando auxiliando parto, fazem palestras, ministram cursos, dão aulas, prestam orientações.

Esse, inclusive, é o método mais seguro para contratar uma, caso você queira: procurar referencias, e conhecer a mulher por de trás delas, tanto em termos de suas ideias, quanto na sua forma de trabalhar.

Afinal, o trabalho de uma doula vai incluir não só cuidados com a mãe (com massagens obstétricas, exercícios físicos, exercícios de respiração, orientações de termos médicos), como também com o bebê.

Elas podem ensinar sobre amamentação, banhos, cuidados com a higiene da criança entre outros.

 

Como se tornar uma doula?

Caso seu interesse seja esse, o caminho é estudar bastante.

Estudar princípios de Psicologia, Fisiologia e Obstetrícia vão dar ferramentas para a doula assistir a parturiente de forma adequada.

Já estudar princípios de Pediatria Neonatal ajudaram ela a dar as orientações adequadas sobre o bebê.

Por fim, cursos com outras doulas vão auxiliar as novas profissionais a entenderem melhor a profissão, e trocar experiencias e metodologias.

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